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T e x t o s & T e x t u r a s

Matriz

 

Igreja Matriz Santana — Castro, PR

O sino dobra
na Matriz da minha aldeia.

O relógio bate continência
pr’o tempo que vai passando.

Ruidosa, a torre faz bléim, bléim
pr’o Ipê, que da praça responde fazendo o amarelo.

Em setembro o silêncio do céu é mais azul,
a cor do pinheiro é alta de braços abertos.

Daqui onde estou
diviso a minha aldeia tão de perto.

Luiz Carlos Ramos
(07.08.01)

6 Comentários

  1. Essa aldeia tamém é a minha e seu texto me lembra que eles existem apesar dos meu barulhos internos que ás vezes me impedem de ouví-los. Obrigada por resgatá-los em mim. Bjs, te amo.

  2. ‎Luiz, nossas aldeias têm muita coisa em comum… lindo o seu poema

  3. Quando leio seus lindos poemas, não resisto preciso compartilhar. Um grande bj

  4. Os ipês ja estão mostrando seu amarelo sorrindo pra cidade na praça da Matriz e eu tenho o privilegio de ouvir os sinos na madrugada quando a cidade dorme… beijo grande, mano querido bom findi! Te amamos

  5. Sinceramente Lu, tudo de bom!!! Ouvir o sino, entender o tempo que se passa, ter a sensação de que nem a matriz, nem o sino e nem o Ipê sairão dali. bj.

  6. Bravo!

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