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T e x t o s & T e x t u r a s

“Deus cuida” ou “Deus comigo”

Publicado by on 20, jul, 2015 | 0 comentários

Ainda que eu ande por vales sombrios/tenebrosos,
não sinto medo: tu vais/estás comigo.
Teu bastão e teu cajado me apascentam.

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Poemas sagrados de consolação e alento

Publicado by on 3, jun, 2015 | 3 comentários

(Para o Luciano, em nome da nossa amizade que é imortal, ofereço estes três poemas extraídos do Livro Sagrado. O primeiro é a prece angustiada do sofredor que enfrenta a dor com dignidade inabalável e celebra a vida com as forças que lhe restam. O segundo é uma canção peregrina que retrata a jornada daquele que atravessa áridos desertos e escala escarpados desfiladeiros, rumo às misericórdias de Javé. No terceiro, o Poeta de Nazaré traça, com linhas suaves, a doce fisionomia do bem-aventurado, cujo perfil coincide com o seu rosto sereno, querido Luciano. A trilha musical é, em si, fervorosa oração.)

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“Ernesto”

Publicado by on 1, maio, 2015 | 1 comentário

Poema de Jonas Rezende, em “Colarinho de padre”, p. 121
Alocução: Luiz Carlos Ramos (0:56)

 

 

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Tempo de morrer

Publicado by on 20, mar, 2015 | 1 comentário

Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. (João 12.24)

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer. (Eclesiastes 3.1-2)

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Oração com as mulheres

Publicado by on 7, mar, 2015 | 4 comentários

Deus, que deste à luz o Universo,
geraste em tuas entranhas, apaixonadamente,
tudo o que é, que era, e o que há de vir…

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“Quando o Silêncio cobre o Nome”

Publicado by on 19, jul, 2014 | 0 comentários

Ruem Alves (15/9/1933 – 19/7/2014): Rubem era um contador de Estórias. Esta aqui é uma das que mais gosto, porque acabou por tornar-se a sua própria História. A você, querido amigo, ofereço o meu silêncio reverente, sabendo que, como nas Estórias e na História, as palavras são desnecessárias para o entendimento daquilo que verdadeiramente importa. A-Deus.

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Sacudindo o pó

Publicado by on 28, jan, 2014 | 39 comentários

Uma palavra de despedida

[…] ao sair, bato o pó que se me apegou aos pés, como recomendou Jesus, mas, como sugere certo p(r)o(f)eta do nosso tempo, só não lavo as mãos “e é por isso que eu me sinto cada vez mais limpo!”.

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Schweitzer & Bach to Africa

Publicado by on 3, set, 2013 | 6 comentários

É um homem grande, 1.90 de altura; obviamente, um homem forte. Seus cabelos castanhos já estão grisalhos. E tem um grande bigode. Seus olhos profundos são azuis e bondosos. E o seu piscar revela humor.

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A mulher encurvada

Publicado by on 8, ago, 2013 | 5 comentários

Havia certa vez uma menina.

Como toda menina feliz do seu tempo, gostava de brincar na praça com as outras crianças. Brincava de pega-pega, de esconde-esconde, de pular corda, de chapinhar nas poças deixadas pela chuva e de contemplar o formato engraçado das nuvens no céu: carneirinhos, coelhos, velhos barbudos, elefantes…

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