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T e x t o s & T e x t u r a s

Sino: chamado a viver o amor de Deus

Publicado by on 5, nov, 2015 | 1 comentário

O sino pode ser entendido como símbolo de comunhão, anúncio, convocação e, principalmente, como chamado a viver o Amor de Deus.

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E a Igreja…?

Publicado by on 10, set, 2015 | 3 comentários

Por João Alves de Oliveira Filho

… Mas ele não serve à Igreja? Por que o abandono? Quer dizer que ele “presta” somente quando está bem de saúde? Isto está certo Bispo?

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Palavras fixadas com pregos

Publicado by on 29, ago, 2015 | 1 comentário

A memória de uma biblioteca barbarizada ou vandalizada ainda é mais nobre e digna que a infeliz lembrança dos nefastos vultos que a destruíram.

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Tempo de morrer

Publicado by on 20, mar, 2015 | 1 comentário

Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. (João 12.24)

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer. (Eclesiastes 3.1-2)

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“Quando o Silêncio cobre o Nome”

Publicado by on 19, jul, 2014 | 0 comentários

Ruem Alves (15/9/1933 – 19/7/2014): Rubem era um contador de Estórias. Esta aqui é uma das que mais gosto, porque acabou por tornar-se a sua própria História. A você, querido amigo, ofereço o meu silêncio reverente, sabendo que, como nas Estórias e na História, as palavras são desnecessárias para o entendimento daquilo que verdadeiramente importa. A-Deus.

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Sacudindo o pó

Publicado by on 28, jan, 2014 | 39 comentários

Uma palavra de despedida

[…] ao sair, bato o pó que se me apegou aos pés, como recomendou Jesus, mas, como sugere certo p(r)o(f)eta do nosso tempo, só não lavo as mãos “e é por isso que eu me sinto cada vez mais limpo!”.

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Schweitzer & Bach to Africa

Publicado by on 3, set, 2013 | 6 comentários

É um homem grande, 1.90 de altura; obviamente, um homem forte. Seus cabelos castanhos já estão grisalhos. E tem um grande bigode. Seus olhos profundos são azuis e bondosos. E o seu piscar revela humor.

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A mulher encurvada

Publicado by on 8, ago, 2013 | 5 comentários

Havia certa vez uma menina.

Como toda menina feliz do seu tempo, gostava de brincar na praça com as outras crianças. Brincava de pega-pega, de esconde-esconde, de pular corda, de chapinhar nas poças deixadas pela chuva e de contemplar o formato engraçado das nuvens no céu: carneirinhos, coelhos, velhos barbudos, elefantes…

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O papa que sorri

Publicado by on 23, jul, 2013 | 4 comentários

Nós sempre rimos de alguém ou de alguma coisa, e sorrimos para alguém ou para alguma coisa. As pessoas ou são predominantemente ridentes, ou predominantemente sorridentes.

 

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