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T e x t o s & T e x t u r a s

Cristo, Pão da Vida

E Jesus lhes disse:
Eu sou o pão da vida;
aquele que vem a mim não terá fome,
e quem crê em mim nunca terá sede.
(Jo 6.35)

Eu sou o pão vivo que desceu do céu;
se alguém comer deste pão, viverá para sempre;
e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.
(Jo 6.51)

Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna;
e eu o ressuscitarei no último dia.
(Jo 6.54)

Isto é o meu corpo, tomai e comei…
Isto é o meu sangue, bebei dele todos…
(Mt 26.26-28)

Jesus nos apresenta o Deus que desce do céu e da cruz, para sentar-se conosco à mesa, em plena e perfeita comunhão. Ele é o Deus que come, que dá de comer e, mais, que se dá como comida, para nos alimentar de perdão e saciar de vida abundante.

O Deus que come

Se na Eucaristia nós comemos pão com Deus, pela encarnação do Verbo, Deus vem comer pão com a humanidade. As comunhões de mesa adquirem relevância tal, no ministério de Jesus, que ele chega a ser acusado de glutão e beberrão. Só um Deus que comunga conosco pode nos permitir que comunguemos com ele.

O Deus que dá de comer

De todos as realizações extraordinárias de Jesus, a mais destacada nos Evangelhos foi a chamada “Multiplicação dos Pães”, pela qual o povo foi alimentado, nutrido e saciado no meio de uma região desolada e deserta. Esse é um Deus que se importa com o bem-estar e a qualidade de vida do seu povo.

O Deus que se dá como comida

Jesus sela seu ministério, instituindo um memorial eterno, o Sacramento perpétuo pelo qual nós, seus discípulos e discípulas, celebramos o mistério da fé: Cristo morreu, Cristo ressuscitou, Cristo voltará.

Em Cristo, conhecemos não somente o Deus que come e que dá de comer, como o Deus que se oferece, ele mesmo, como Pão da Vida.

Rev. Luiz Carlos Ramos
Por uma Igreja de corações abertos, mentes abertas e braços abertos.

Para o Décimo Primeiro Domingo da Peregrinação após Pentecostes
| Ano B, 2018

Imagem: Pixabay
– CC0 Creative Commons
– Grátis para uso comercial – Atribuição não requerida

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